sexta-feira, 29 de março de 2013

Parabéns Miúdo (Parte I)

Na segunda-feira o nosso menino fez um aninho de vida. Até parece mentira. Se me concentrar bem acho que ainda sinto aqui uma dorzita em cima de uma pontada. Passei o dia a relembrar onde é que eu estava há um ano atrás e o que estava a sentir. Ao nível de sentimentos e de dores. E o tempo que estava? Há um ano atrás estava um sol espetacular e esta semana tem sido o que se vê.

Parabéns Miúdo

Nunca fomos muito dados a grandes festas. Mas um marco destes não podia passar em branco. Por isso convidámos só a família e os amigos mais próximos para comemorarmos o primeiro aniversário do nosso pequerrucho. Neste caso só a família do meu lado.

Foi só um jantar simples e depois um bolinho com respetivo «Parabéns a você». O miúdo quando se viu com o bolo à frente tratou logo de averiguar ao que é que sabia. Tivemos que cantar os parabéns a correr ou teríamos que comer o bolo das nossas próprias roupas. Foi muito divertido.

Acredito que o nosso bebé teve um primeiro ano de vida muito feliz e faço tudo, todos os dias, para que continue a ser assim. Por vezes sentimo-nos cansados e sem paciência nenhuma, mas depois ele lança-nos um dos seus sorrisos à estrela de cinema e passa tudo.

Amanhã temos a 2ª parte da festa de aniversário, agora com a família do lado dele.

quinta-feira, 21 de março de 2013

João e o pé de feijão

Ora viva pessoal! Isto por aqui anda meio chocho. Contudo chegou a primavera e não podemos deixar este dia em branco. Para assinalar a época já mudámos o cabeçalho. Mas mesmo assim acho que o início desta bela estação merece mais do que isso. Portanto aqui está mais um episódio da história d'Uma vaca na varanda (antes que este espaço fique descaracterizado com posts sobre novelas e memes da Internet, eh eh).

Na última intervenção da Fofuxa sobre a nossa horta-jardim de varanda ela estava desejosa pelos dias amenos da primavera para poder usufruir do conforto do arquibanco. Na altura falámos sobre a mesa que falta construir e como devíamos arranjar a parte da varanda reservada ao jardim. Posso adiantar que eu já tenho uma ideia arrojada para a área do jardim mas por enquanto vai ter que esperar. A horta ainda tem espaço para mais uma grande cultura.

O João e o pé de feijão

Outrora, em jeito de brincadeira, falámos em semear milho até ao teto. Ora, isso não cabe na cabeça de ninguém! Como sabem a varanda não apanha assim tanto sol que dê para amadurecer o milho. Em vez disso vamos semear feijão verde até ao teto. Nem mais! Assim como na fábula «O João e o pé de feijão» que tantas vezes ouvi contar na minha infância. É um bocado batota começar já no segundo andar, mas paciência, é o que temos.
Imagem de: The Doodle Diner.

terça-feira, 5 de março de 2013

O verdadeiro Harlem Shake

Informaram-me hoje que a praga do suposto Harlem Shake começou há cerca de um mês mas só soube que ela existia na passada quinta-feira. Chega-me o homem a casa para almoçar e diz que anda tudo maluco  e que toda a gente anda a fazer isso.

- Mas o que é isso?!
- É tipo um gajo a dançar uma música parva com pessoas paradas à volta e depois essas pessoas ficam malucas também e dançam todas parvas.
- Aahh... Então e isso está a virar moda?!...
- Moda?! É uma epidemia! Está por todo o lado!
- Realmente as pessoas entretêm-se com cada coisa...

Passou-se. Mas fiquei com a pulga atrás da orelha. Assim que tive dois segundos fui pesquisar. Pesquisando por "Harlem Shake" no YouTube levei logo com a epidemia no meio da testa. Pus-me a pensar que o ser humano não pode ter gerado tal monstruosidade do nada só porque sim.

Aprofundei mais a temática e fez-se luz. Já sei que vou super atrasada, que nestas coisas da internet dois dias é uma eternidade, mas pode ser que ainda ajude a sossegar alguma alminha que ande por aí atormentada com isto.

O verdadeiro Harlem Shake é um tipo de dança originário no bairro nova-iorquino Harlem em 1981. Os seus moradores encontraram neste tipo de dança uma forma de expulsar as más energias e viverem com mais boa disposição. O verdadeiro Harlem Shake é isto:


Isto é cultura. Isto é arte. Isto é magia.

Depois há o meme do Harlem Shake que acho que já dispensa apresentações. Acho que como afastador de más energias não deve ter grande resultados. É capaz é de afastar toda a gente num raio de 5 km. Aahh e tal mas é engraçado... NÃO! Aahh e tal é só uma brincadeira... NÃO! Querem brincar façam o pino ou dancem a macarena, isso é só parvo, mais nada.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A mulher com mais estilo da ficção portuguesa

Credo, já passaram 24 dias desde a última vez que dei ares da minha graça?! Mas onde é que eu gasto o meu tempo, senhores?! Como é que dantes conseguia vir aqui escrever todos os dias?! O que vale é o marido que vos tem vindo contar as novidades. Mas já se sabe, os gajos têm sempre conversas mais... de gajo. E já estamos a precisar de uma lufadasinha de estilo, bom gosto e coisas que nos levantem a moral.

Ora tomem lá!

Joana Santos

Desde a novela «Laços de Sangue» que só consigo ver novelas da SIC. Só Portuguesas. E muito graças a esta senhora, Joana Santos. A classe, o estilo, a postura, tudo de bom. Mas agora, na novela «Dancin' Days», com a personagem Júlia Matos ela chegou lá a cima, ao top. Primeiro porque faz um papel espectacular e passou a ser a minha actriz preferida de todo o sempre. Respect. Mas aquele guarda-roupa e sapatos, aquela maquilhagem e cabelo, aquela postura e confiança. Eu sei que é tudo ficção, que há uma grande equipa a preparar todos os pormenores do figurino, mas que faz bem à vista faz.

Júlia (Dancin' Days)
O nervoso miudinho que este vestido criou quando ela apareceu pela primeira vez com ele na novela. Foi o vestido com que ela regressou de Itália. E que grande regresso. Assim que lhe pus os olhos em cima perguntei-me logo onde será que arranjaria uma coisinha assim, e por quantos tostões. Mais tarde apercebi-me que esta reação foi a de muitas mulheres portuguesas. São paletes delas a perguntar na net onde se arranja este modelito, mas até agora ainda não sei a resposta.

E o bom que era acordarmos com este aspecto logo de manhã, todos os dias, sem ter que mexer uma palha? É que até nas cenas em que ela faz que acabou de acordar tem muito melhor aspecto do que eu tenho a meio da tarde. Sim, estou a roer-me de inveja. Mas também não faço muito para estar melhor. O meu guarda-roupa nos últimos tempos tem se resumido a calças de fato-de-treino e sweats. Sem acessórios. Sem maquilhagem. Sem unhas pintadas. Sem perfume. Uma desgraceira. Entrei naquele modo de o-meu-filho-ama-me-assim-como-sou mas não pode ser. Tenho um marido para quem parecer bem e sobretudo a mim.

Júlia (Dancin' Days)

Quem me ouvir falar até pensa que eu já tive este aspecto mas que a maternidade me mandou abaixo. Nada disso, basicamente sempre fui assim desleixada. O que eu precisava mesmo era de ir também uns mesitos para Itália, queimar os meus trapinhos todos e começar do zero. Mas com vontade. Aquela vontade que nos faz levantar às sete da matina para demorar duas horas a pôr cremes e bases e eyeliner e acessórios e enroladores de cabelo e saltos altos... Ok, fica para a minha próxima vida. Por agora contento-me em lavar as vistas com esta senhora um bocadinho a correr à noite.

Júlia (Dancin' Days)

E perguntam vocês: mas o que é que isto tem a ver com hortas? Nada! Mas também nem só de hortas vive uma mulher, certo?

Imagens de sic.sapo.pt.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Palavra do dia: DESCONHECIDO

Ora viva pessoal! Parece que este espaço agora está por minha conta. Nunca foi minha intenção tomar conta disto mas lá tem que ser.

Estava eu tranquilo à frente do computador na minha vidinha quando de repente aparece uma mensagem no ecrã a dizer «dispositivo USB desconhecido».
- Maaaaau! Mas o que é que se passa aqui? Eu não liguei nada ao PC... está-se a passar só pode! Ou então apanhou uma virose, queres ver. Era só o que me faltava agora.
Nisto olhei para baixo para investigar melhor a máquina. Como esperado nenhum dispositivo USB estava ligado ao computador. Apenas encontrei o miúdo sentado à minha beira na brincadeira. Reparei melhor e o adaptador USB para mini USB que normalmente tenho ligado ao computador estava pendurado e a balançar.
- Não pode?! Será?
Foi mesmo! O sacanita do miúdo colocou a ponta mini USB na boca e o sistema operativo tentou instalá-lo...

Brutal! Isto agora deixou-me a pensar. Será que se desenvolver uns controladores adequados consigo que o sistema operativo reconheça o miúdo? Com um bocado de investigação talvez consiga programar o cachopo para adormecer sem chatices. Até que dava jeito. É que não sei se estão a ver mas a fofuxa passa um tormento todas as noites para o adormecer. Já lhe disse para ela não lutar com o filho quando ele não lhe apetece dormir, mas ela teima sempre em levar a dela avante...

Será que em vez de programar o miúdo consigo programar a mãe? Isso sim é que era!